domingo, 15 de junho de 2008

Temerário vendido, Incerto menino



07-08-09/06/2008 - Segunda-Feira

Por onde começar, ó obstinado coração apressado
Maléfico este, aquele por onde perpassa cobiça
Maléfico garoto, aquele ingênuo, fraco, sem malícia
Por onde andar, ó afortunado destino calado

Procuraste nas temperanças da vida, ser empobrecido
A carência gera desespero, procura aconchego, vantagem
A inocência gera repulsa, busca liberdade, coragem
Inventaste falso humor impregnável ator enrubescido

Meu constante dote solitarismo continua ainda inexorável
Que saga esta sombria interminável, confunde, enlouquece
Sobrevoando pelos vales deturpantes, alcanço o inabitável

Faço meu próprio mundo, inconseqüente monstro entristecido
Tu és covarde, condenada alma que padece
Implore pela realidade, lamentável verdade, conforme-se vencido



AUTOR: Maico Fernando Costa

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