sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Minhas Letras


Que minhas palavras cheguem
até seus olhos.
Que minhas poesias assosseguem
o furor cego.

Minhas letras por anestesia acalantem
suas dúvidas.
Não nego!

Conduzir-te-ei pelas encruzilhadas
prostradas por tuas estradas.
Que meu afeto seja para ti
como o doce deguste dos doces
prazeres mundanos.

Minhas idéias constroem,
desobstruindo o mais dos profanos.
Enxergo adjetivação!

Guiar-te-ei por nuvens estruturais
voltadas para o céu em ascensão
em montes esculturais.

Que meus eternizados versos nestas linhas
Digam que ao menos um momento
fui temerário idealizador.
Não temo!

Minhas ações, independentes de relações
Invadem territórios cordialmente
num fervor avassalador.

As vontades não cessam em refutar.
Que minhas lágrimas não existam
para enfeitar meu pranto.

Que estas estrofes não coexistam
somente invólucras por rimas.

Minha velocidade épica gritará
seu coro.
Me entrego!



M. F. C.

Um comentário:

Mariane disse...

Que lindaaaa! Que lindas todas as suas poesias!!!! *-* Parabêns!!!!