segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Incoerente inconseqüência


Inconseqüente incoerente ser
Perpassas por seus princípios sem pudor algum
Monstro que até as traças relutam em não devorar
Que até seus mais sórdidos pedaços físicos corporais insistem em o abjurar
Já não se faz presente, não és digno de honra
Por onde andas? Mais um solitário no meio da multidão
Mais um sóbrio entre os embriagados
Mais um embriagado entre sóbrios
É , tu sabes ser invisível
Certo seguir seus ideais
Mesmo quando estes mesmos ideais
Ultrapassam a linha do limite daquilo
Que não se deve ultrapassar, ou mesmo chegar?
Errado contrariar estes mesmos ideais
Abnegando toda ou qualquer tipo de emoção
Em nome daquilo a qual chamamos de razão?
Vida, você vida, você mesmo, "isso", âmago de meu "eu"
Tenha escrúpulos consigo mesmo, não te machuques
Não se atenha à forças distantes não inerentes ao racional
Se prive deste "mal necessário" chamado amor
Ei amor, você amor, você mesmo, me diga quem és, existe?
Eu o conheço? Me diga, se te denomina aquele que transcende
Ilumina, irradia, une. Esse incondicional incomensurável abstrato ser
O todo de todas mais ricas emoções, porque também fere?
Se define dor!? Se define necessariamente entre dois seres?
Hipocrisia sua, hipocrisia minha . Ei amor, eu o conheço?

AUTOR: Maico Fernando Costa

2 comentários:

Joe! disse...

nem dá pra comentar... vc devia levar a poesia mais a sério. vc é bom mesmo...

essa me lembrou um, digamos, programa da TVE que passava a meia noite, que eram atores interpretando poesias que tinha um enquadramento de vídeo muito bom, diferente... vou produzir um vídeo com sua poesia, tenho permissão?

Pedro Garcia Millan disse...

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Gracias